Intention de rejet pour documents manquants – pt.2

Ainda me recuperando do golpe que foi esse email (recebido em 20/12/2012), estou começando a me preparar para enviar os documentos requisitados.

Aparentemente, em Dezembro de 2012 passaram a exigir essa tal documentação.

Até agora não consegui contato com o BIQ por email ou telefone. Então resolvi que vou mesmo enviar todos os documentos. Apesar de já ter enviado alguns originais.

Dessa vez tomarei mais cuidado. Vou prender um clip em cada um com o título do documento em francês dizendo se é cópia ou original (acredito que eles podem ter se confundido com os originais impressos em papel comum).

Até a próxima semana quero ter todos os documentos em mãos e enviar tudo.

Fiquei triste com a falta de respostas do BIQ. Não é isso que esperamos de um país que promete respeitar o imigrante. Mas sei que esse é o caminho das pedras, então, força e vamos em frente.

Como la mère Poussins me fala:

“Esse é o primeiro teste para ver se termos força em continuar. Desanimar ou desistir agora mostra que esse processo não é para nós. Seguir em frente e cumprir as exigências mostra que somos fortes e temos condições de ter sucesso.”

É claro que para 2013, já tenho uma outra diretriz. O Canadá será uma aventura para imigrar. Não podemos ficar bitolados no processo pois ele levará no mínimo 3 anos. A vida segue. Então, por hora, seguiremos tranquilos e contentes, de olho no futuro, mas sem grandes expectativas.

E logo teremos outro intensivão de francês !!!

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Ainda estamos no suspense das últimas mudanças e do recebimento da carta.

Vamos seguir o fluxo da história: se recebermos resposta do BIQ até 10 de janeiro, daremos prosseguimento.

Se não recebermos, enviaremos os documentos solicitados com novas traduções. Alguns serão difíceis de serem obtidos, mas faz parte.

Estamos colocando em mente que esse é só mais um teste nesse longo processo. Não podemos desistir por algo tão bobo, afinal, o processo em si é muito mais complicado.

Pesa os valores financeiros envolvidos, mas temos que ter a realidade que imigrar desprende muito esforço.

E seguimos em frente !

Carta do Empregador (Referência)

Curioso.

De todos os documentos necessários para a parte provincial, o documento mais difícil de obter com certeza é a carta do empregador. No trabalho atual, não é necessário nem comentar. Como pedir uma carta de referência ao seu chefe e ele não achar que você quer sair da empresa ?

Mas pior fica quando precisamos de cartas de referências de antigos empregadores. Consegui 2 facilmente, nas ocupações mais antigas. Mas a última realmente está complicada. Achei que tinha saído com bom relacionamento de lá, mas pelo visto era só eu que achava isso porque apesar de ter mantido contato com alguns ex-colegas, a tal carta está difícil de sair.

Pode ser comum no Canadá, essa prática de fornecer cartas de referências naquele modelo típico: horas trabalhadas por semana, designações e responsabilidades, período trabalho e considerações sobre o profissional. Mas devo dizer que obter tal afirmação aqui no Brasil pode ser mais difícil que obter documentos junto ao governo.

Afinal, o brasileiro é um povo vingativo que realmente não pensa nisso. Por que ajudar um ex-trabalhador de sua empresa, não é ?